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SEO 2023: Ignorar o Google e satisfazer o usuário é a grande mudança!

Se a sua empresa investe ou pretende investir em Marketing de Conteúdo e quer obter melhores posicionamentos na busca do Google com estratégias e...

Por Francis Trauer - Dia 05 de Dec de 2022 às 00:12

Se a sua empresa investe ou pretende investir em Marketing de Conteúdo e quer obter melhores posicionamentos na busca do Google com estratégias e ações já bem conhecidas de rankeamento, adiantamos uma dica essencial: se inteire sobre as novidades de SEO em 2023.

Afinal, não é de hoje que as técnicas e “regras” de SEO vêm se modificando nos últimos anos e, como é de se esperar, cada vez mais o Google impõe exigências para considerar se tal publicação é ou não relevante para aquele leitor.

Em outras palavras, não adianta simplesmente encher seus blogs e páginas de palavras-chaves ou querer criar conteúdos em grandes quantidades, achando que isso vai gerar os melhores resultados para a sua campanha.

Pelo contrário, a dica mais atual para SEO 2023 é ignorar o Google e focar nos desejos do usuário. E se você não faz ideia do que estamos sugerindo, convidamos a ler este post até o final e conferir as dicas.

Bora lá?

O Google não se decide o que quer sobre SEO?

A impressão inicial pode até parecer essa, mas na prática, a maior plataforma de buscas da internet sabe bem o que faz e não perde tempo quando precisa mudar seus palitinhos sobre as estratégias de SEO de seus usuários.

Para entender melhor este cenário, basta viajarmos um pouco no tempo e resumir mais ou menos como tudo sempre funcionou a cada período.

  • Lá por volta de 2011, o mais importante para o Google era priorizar os conteúdos ricos e valiosos com o lançamento do Panda; 
  • Já em 2012 a regra era meio que parar de usar palavras-chave como “recheio” e estratégias de backlinks artificiais, quando foi lançado o Penguin; 
  • Chegando em 2013, o Google decidiu para considerarmos a intenção de pesquisa do usuário com o anúncio de lançamento do Hummingbird; 
  • Em 2014 a plataforma nos recomendou pensar nas pessoas localmente a partir do lançamento do Pigeon; 
  • 2015 chega e eles (Google) nos dizem para irmos em busca dos usuários onde estiverem e, dessa forma, tornarmos os sites compatíveis com dispositivos móveis. Essa época foi o lançamento do Mobile; 
  • Por 2016 era a hora de entender melhor os nossos usuários e criar o conteúdo mais relevante com o lançamento do RankBrain; 
  • Lá por 2017 era para parar de ocultar conteúdos centrados no usuário com anúncios intersticiais intrusivos;
  • 2018 foi o lançamento do BERT, em que o Google sugeriu considerar as necessidades e perguntas reais dos clientes com o lançamento do BERT, que se mantém até hoje, mas com atualizações constantes. 

E quando acreditamos que, finalmente, o Google se decidiu sobre as “regras” de seus algoritmos para SEO, eis que novas mudanças são realizadas a todo momento.

página inicial do Google aberta em um notebook

No entanto, como bem destacamos, nada disso é “implicância” da plataforma. Pelo contrário, trata-se de uma evolução e aprimoramento que a plataforma busca constantemente para que nós, profissionais e empresas que apostam no Marketing de Conteúdo, fujamos cada vez mais das questões técnicas e foquemos nas reais necessidades dos usuários.

SEO 2023: Como ignorar o Google e focar no usuário?

Vale ressaltar aqui que as “regras” e estratégias de SEO não vão deixar de existir ou que, a partir de agora, seus conteúdos publicados não vão ter mais valor. Não é isso!

Aliás, tudo isso continua a valer, mas talvez, com menos relevância nas buscas e no consumo do usuário.

Afinal, como bem destacamos, esses aprimoramentos do Google nos últimos anos em relação ao SEO nos forçam a mudar nossas mentalidades e estratégias sobre o assunto. Em outras palavras, é preciso pensar cada vez mais como especialistas, do que meramente mecânicos e automáticos.

Agora, de fato, precisamos nos tornar autoridades no Marketing de Conteúdo, ao invés de agirmos como hackers.

E para isso, já há algumas boas práticas a serem seguidas, conforme destacamos a seguir:

Usando o E-A-T

Até pouco tempo, tínhamos uma tag chamada "real author tag”, que conectava um autor a conteúdos publicados em outros sites e, assim, o Google o considerava como uma entidade relevante na SERP.

Sendo assim, o trabalho era simples e prático, pois bastava incluir a tag na publicação e pronto. Só que, hoje, isso não é mais assim!

Na verdade, a nova prática se refere ao chamado E-A-T (Expertise, Authoritativeness and Trustworthiness), que o Google tem dado mais atenção em seu algoritmo desde meados de 2018.

E, diferentemente do extinto real author tag, o E-A-T não se refere a uma tag específica ou um código qualquer. Pelo contrário, mais do que identificar o autor, essa prática preza mais pela relevância que aquele conteúdo traz ao leitor. E o Google já sabe como fazer isso!

ilustração de uma lupa passando por cima de uma SERP do Google

Porém, a plataforma não indica exatamente uma lista de verificação específica sobre o que deve ser feito. Mas algumas práticas atuais podem contribuir nisso. São elas:

  • vincular o perfil completo e exato do autor com links para perfis sociais;
  • entender as intenções de cada usuário em criar conteúdos relevantes;
  • implementar adequadamente o protocolo HTTPS;
  • obter backlinks e menções na mídia;
  • obter informações relevantes e de fácil acesso, como uma página de política de privacidade, um endereço ou uma página de termos e condições.

Em resumo, não é que as técnicas mudam com o SEO 2023, porém, como bem vimos, o Google está cada vez mais apto e exigente ao rankear conteúdos que dialoguem mais com as necessidades do usuário do que simplesmente aqueles recheados de mecanismos técnicos e automáticos.

Portanto, se quer investir em Marketing de Conteúdo e obter melhores resultados em 2023, a única alternativa é investir na qualidade e relevância de suas publicações. E a gente sabe como fazer isso! Converse com um especialista e saiba mais!

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